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28 Responses “Contato” →

  1. Ubiratan Fassheber

    25/02/2012

    Queria receber noticas, etc do Coletivo Anarquista Bandeira Negra.ok

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  2. Patricia Damasceno

    07/04/2012

    Olá, atualmente vivo no paraná, e aqui temos um grupo de estudos Anarquista. Porém por motivos maiores, em Junho irei viver em Barra Velha SC, e gostaria de saber qual o núcleo mais próximo que esteja consolidado.

    Reply

  3. ana carolina borgonha

    28/06/2012

    olá,gostaria de receber informações sobre o Coletivo Anarquista Bandeira Negra, gosatria tambem de saber se existe algum núcleo no paraná. desde já muito obrigada.

    Reply

  4. Maxwell Vianna

    26/09/2012

    Gostaria de saber se o CABN simpatiza-se pela causa do Projeto Venus – a Resources-Based Economy.

    Acredito que ambos movimentos possuem algo em comum e poderiam, quem sabe, começar uma aproximação.

    Reply

  5. Sônia Magna Bento

    26/10/2012

    Bom dia!

    Tenho que fazer uma apresentação sobre o Anarquismo no geral.
    Têm algum material para enviar-me ou indicar-me?

    Grata pela atenção.

    Reply

  6. RODRIGO RAMIREZ

    13/11/2012

    quero receber noticias no email

    Reply

  7. Rody Cáceres

    22/11/2012

    Olá! Legal ver quer o CABN responde aos contatos. Geralmente posto comentários em outros blogs e sites anarquista e não obtenho resposta e meus comentários nunca entram. Sinto falta de maior contato com os anarquistas desse país, parece que ficou todo mundo com a filosofia do Stirner, sem contato, sem espírito coletivo.

    Abraços!

    Reply

  8. Sandra Regina Besnyi

    19/06/2013

    Gostaria de receber informações sobre o coletivo e também saber se existe algum coletivo na região de São Paulo. Obrigada.

    Reply

    • admin

      21/06/2013

      Olá Sandra, vamos adicionar seu e-mail em nossa lista de notícias, onde divulgamos nossas atividades e lutas.

      Sobre São Paulo, há a Organização Anarquista Socialismo Libertário, que é integrante da Coodernação Anarquista Brasileira junto conosco.
      Mais informações sobre eles: http://anarquismosp.org

      Saudações libertárias!

      Reply

  9. osair de aviz

    01/03/2014

    Ola, quero receber noticias e afins sobre o coletivo,e também se posso participar das atividades de CEL de Joinville e quando será o próximo CEL.

    Reply

    • admin

      02/03/2014

      Olá compa, já adicionamos você à nossa lista de notícias, onde mandamos um boletim mensal e a divulgação de atividades. Todas e todos são bem-vindos a participar dos encontros do CEL! Não tem nenhum encontro marcado em Joinville agora, mas eles são sempre divulgados pelo site e boletim.

      Qualquer coisa, entre em contato: ca-bn@riseup.net
      Saudações libertárias!

      Reply
  10. Olah. Sou estudante de direito do cesusc e gostaria de participar das discussões sobre estrategias anarquistas e, quem sabe tambem desenvolver pesquisas para avançar na disseminação das ideias libertárias. Alem disso gostaria de receber notícias e informaçoes q vcs publicam, se possível.

    Reply

    • CABN

      20/02/2016

      Olá companheira, agradecemos o contato. Por favor nos mande um email para conversarmos! O endereço é ca-bn@riseup.net. Saudações libertárias!

      Reply

  11. Fábio Henrique Costa Vieira

    19/04/2016

    Olá, sou do interior do estado de SP Bauru/SP.
    Gostaria de saber se existe algum coletivo anarquista em minha cidade

    Reply

  12. Ingrid

    13/05/2016

    Olá, sou de São Paulo – Capital
    Gostaria de saber como faço pra receber noticias sobre vocês e como faço para participar.
    Obrigada desde já!

    Reply

    • CABN

      31/05/2016

      Olá Ingrid, adicionaremos você em nossa lista de notícias.

      Em São Paulo existe nossa organização-irmã, a Organização Anarquista Socialismo Libertário (OASL), você pode conhecer aqui: https://anarquismosp.org/

      Saudações libertárias!

      Reply

  13. Felipe Antônio de Paula .'.

    25/07/2016

    Quero receber noticias por e-mail amigos! Sou advogado, moro em Botafogo aqui no Rio e também gostaria de saber se existe um núcleo anarquista para participar mais ativamente.

    Reply

    • CABN

      02/08/2016

      Olá compa,

      nossa organização atua em SC, área onde o nosso boletim se foca. Recomendamos contato com a Federação Anarquista do Rio de Janeiro, organização-irmã no estado do RJ.

      Segue a página: http://anarquismorj.wordpress.com

      Saudações libertárias!

      Reply
  14. Enviando um texto: Construir outra esquerda é mais do que preciso!

    Leal de Campos*

    “Os comunistas podem e, em determinada situação, devem apoiar eleitoralmente uma proposta de esquerda, mas não podem nem devem ser governo… Ser governo implicará conduzir, inevitavelmente, determinadas políticas contra a classe trabalhadora” (Louis Althusser)

    Com toda a certeza vai se lamentar muito os descaminhos trilhados pelas esquerdas em geral, tanto aqui no Brasil como em toda a América Latina. Situação esta agravada pelos impasses criados por governos populistas de vários matizes, que apostaram numa enganosa política desenvolvimentista para exercer, por um longo período, uma governança administrativa seletiva, em nome de povos que aceitam e se deixam tutelar por lideranças carismáticas.
    Em face disso, estamos assistindo a uma total falta de compromisso com as históricas lutas dos trabalhadores e trabalhadoras de todo o mundo, em inúmeros embates pontuais contra Capitalismo, em cada país. E quando é mais do que preciso informar, esclarecer e conscientizar a classe trabalhadora para avançar ainda mais e concluir pela necessidade da transformação social, lideranças de sindicatos, partidos políticos e movimentos sociais, propõem que se defendam alguns governos de plantão, os quais aí estão, sobretudo, para gerenciar o sistema capitalista em busca de uma improvável conciliação entre classes. Tudo isto é feito em nome de uma “abstrata democracia” já que o tal “Estado Democrático de Direito” existe, institucionalmente, para viabilizar os interesses das classes dominantes, impingindo certa confiança e credibilidade perante a opinião pública e os que são “governados”.
    Portanto, necessário se faz dizer que os tais governos que se intitulam populares e de esquerda, não estão e nunca estiveram a favor da classe trabalhadora. Muito pelo contrário, pois sempre se colocaram a serviço dos principais grupos econômicos que regem e dominam a economia e, especificamente, a sociedade como um todo. Ao povão somente algumas migalhas através de programas assistenciais, fruto de políticas sociais liberais, tendo por claro objetivo evitar possíveis revoltas contra uma realidade cruel e desumana, pois a pobreza e até mesmo a miséria continuam, enquanto a riqueza se concentra cada vez mais em poucas mãos. E assim, o Capital, prontamente, agradece pelo que fazem em seu benefício.
    De outro lado, cabe-nos denunciar a submissão dos principais movimentos sociais na condição de subalternos dessas diversas administrações, confundindo a todos que buscam perspectivas de vida em condições bem melhores que atuais como uma necessidade premente. E mesmo que isto não venha corresponder a uma elevação da conscientização política, desde que premida só pelas condições desaforáveis, a maioria população quer respostas para suas reais demandas nas áreas de saúde, educação, transporte e moradia, principalmente. Serviços estes que deveriam estar à disposição de todos que deles necessitam.
    Então, por que se colocar a reboque das burguesias quando deveríamos combatê-las? Desde o pós-ditaduras, a partir da década de 80, tem-se assistido a volta de um neopopulismo desprovido de qualquer conteúdo crítico em relação ao Capitalismo em si. Governos que se dizem progressistas quando nada mais têm a propor em termos de participação política, a não ser a de aplicarem uma híbidra combinação de social-liberalismo. Ao mesmo tempo em que especula com falsas esperanças de melhoria de vida e prejudica, na prática, os setores mais carentes e vulneráveis da população, numa tramoia bem urdida e desavergonhada, em todos os níveis.
    Diante desses inusitados fatos, cabe-nos sim fazer uma crítica contundente a essas esquerdas que sempre misturam intenções reformistas com o exercício do “poder” administrativo para impingir uma exposição falaciosa, tentando mascarar alianças com os setores conservadores, os quais estão somente interessados em manter as coisas tal como estão, sem reformas estruturais. No sentido, portanto, de justificar e efetivar coligações eleitorais para dar sustentação a uma aparente governabilidade, o que já deixa claro o abandono dos compromissos para com a classe trabalhadora e demais excluídos, caracterizando verdadeira empulhação política.
    Não por acaso, constata-se que as crises se aprofundam no decorrer do tempo e a extrema direita se faz mais presente para viabilizar o seu plano de manter e reforçar lucros incessantes para os grandes grupos econômicos, enquanto estimula na outra ponta o reaparecimento de agrupamentos fascistoides como forma de intimidação e dominação das mentes. É sim um momento crucial no qual as burguesias cumprem com eficácia o seu dever de classe dominante em torno de saídas próprias, as quais possam alicerçar e enfeitar um discurso de caráter moralista e nacionalista em defesa da pátria, dos patrões, sem precisar de seus prepostos.
    Por conseguinte, apela-se para que se deixe a própria burguesia gerenciar os seus negócios, baseados nos interesses capitalistas pessoais, ou de grupos. Pois, em contrapartida, cabe à esquerda socialista e revolucionária cumprir com presteza o seu histórico papel de lutar a favor da emancipação dos trabalhadores num processo de transformação política e social em busca de uma nova ordem, de uma nova sociedade sem exploradores e explorados.
    Espera-se, todavia, que as revoltas que estão “pipocando” em todas as partes do mundo, diante das crises recorrentes de um sistema capitalista exaurido e dos golpes perpetrados contra direitos assegurados por leis, possibilitem avanços na direção de uma nova (outra) esquerda. Ao mesmo tempo em que elas venham estimular e possibilitar a retomada das imprescindíveis e necessárias revoluções socialistas, antes que se disseminem o caos e a barbárie por todo o planeta, destruindo a vida e, consequentemente, toda a humanidade, num trágico e insano enredo.
    Enfim, não custa nada lembrar que o que deve interessar à classe trabalhadora é sua plena independência perante governos e patrões.

    Recife (PE), 14 de maio de 2016.

    (*) Militante socialista, ex-preso político e economista.

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  15. vanessa

    05/11/2016

    Olá, moro em Floripa e gostaria de conhecer mais o movimento!

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  16. Rafael

    24/11/2016

    Olá, gostaria de receber os emails de vocês. Sou anarquista e professor aqui em Florianópolis. Já encontrei um pessoal do CABN um tempo atrás e sigo vocês no facebook, gostaria de um contato mais próximo. Abraços.

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  1. Membros da plataforma libertar.org – Anders Bateva

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