Nossa organização surgiu em Desterro no ano de 2011, inspirada pelas experiências do anarquismo especifista da Federação Anarquista Uruguaia (FAU) e do Fórum do Anarquismo Organizado (FAO), atual Coordenação Anarquista Brasileira (CAB). Foi, também, fruto da luta de anarquistas que dedicaram seus esforços nessas terras antes de nós e plantaram sementes de rebeldia. De 2011 […]
Nesta terça-feira, 26 de julho, a polícia do estado servindo os interesses de empresários fizeram uma covarde e absurda prisão de dois agricultores, pai e filho, e um militante do MST/RJ, também militante da CAB. O fato ocorreu como um conluio da polícia militar e a empresa de segurança SUNSET, após a reintegração de posse […]
TODA MULHER NEGRA É UM QUILOMBO! “[…]. É preciso compreender que classe informa a raça. Mas raça, também, informa a classe. E gênero informa a classe. Raça é a maneira como a classe é vivida. Da mesma forma que gênero é a maneira como a raça é vivida. A gente precisa refletir bastante para perceber […]
Mais um número do Luta Social, publicação de circulação nacional da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) que traz nesse número um editorial sobre a Greve Geral, nota sobre as eleições da APEOESP, artigo histórico sobre os 100 anos da greve geral de 1917, informes sobre trabalho de base e texto sobre a brutal repressão que atinge […]
Na última semana, o Congresso aprovou a Reforma Trabalhista e o povo sofreu mais um duro ataque aos seus direitos, conquistados através de muita luta e organização popular. O conflito está anunciado e os donos do poder querem que suas agendas e as do FMI avancem a qualquer custo. Contribuindo para desviar os focos […]
O Coletivo Anarquista Bandeira Negra, a Livraria 36 e o Espaço Cultural Casa Iririú realizam um cinema, café e bate papo para lembrar o centenário da Greve Geral de 1917. A programação conta com a exibição do documentário “O sonho não acabou” (duração de 20 minutos). O filme aborda o teatro social realizado pelo movimento […]
Texto publicado originalmente aqui, no site Subversivxs. No dia 31 de março de 2017, Florianópolis não se calou: denunciou as atrocidades da ditadura instalada com o golpe civil-militar de 1964 e também as atrocidades do período dito democrático, onde a violência de Estado e a criminalização das lutas continuam vigentes. Em plena Avenida das Revoltas, em frente ao TICEN, […]
julho 30, 2017
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